ruf space, techblog sobre webstandards e cotidiano web.
Fellipe Cicconi exercita web design e development através da sua iniciativa chamada ruf space. Freelancer desde 2001 localizado em São Paulo, SP, Brasil. liperuf(a)gmail.com
09/04, 2006 01:06 por Fellipe
Aderi ao termo 2.0 na web para definir qualquer serviço que tenha recurso de drag’n'drop e/ou AJAX e/ou layout standards e/ou tagging (folksonomia) e/ou espaço de sobra e/ou propensão a propagação e/ou seja altamente compatível com recursos que já existam e/ou forneça APIs para que outros serviços 2.0 usem-no como se fizesse parte de um terceiro (formando assim a panela 2.0).
Apesar de todos os esforços de grandões para ridicularizar o termo e quem o usa, outros visionários persistiram e ignoraram as críticas. Depois que a poeira sobre este assunto baixou, eu escuto/leio o termo diversas vezes ao dia.
Quando falaram sobre a web 3.0 em prol de denegrir o rótulo web 2.0, eu apoiei. Sou anti-rótulos, e tento exercer essa política sempre que percebo uma generalização. Contudo, quero deixar claro que entendo a importância dos mesmos, pois quando necessitamos ilustrar uma situação ou representar um grupo de indivíduos, precisamos rotulá-los.
Não deixo de achar que este termo é nada mais que puro marketing, mas gostaria de anunciar oficialmente que vou usá-lo sempre que quiser me referenciar a sites que encaixem-se no perfil que descrevi.
E aproveitando o assunto 2.0, gostaria de listar um domínio que muito me chamou a atenção nesta semana que passou. O Web 2.0 Awards.org é um site que reuniu e categorizou diversas aplicações rotuladas como web 2.0 e propôs um ranking dos melhores.
Não acho que premiação é algo sério. Como se não bastassem as rotulações para excluir os menores, ainda mais essa. Sinceramente não sei se esse tipo de atitude é algo que incentiva ou desestimula os “pequenos produtores”… De qualquer forma, podemos encontrar diversos serviços na lista de premiação do web2.0awards. Vale a pena conferir categoria por categoria.
Certo dia li que a internet cresce na periferia, e acreditei nesta afirmação. Hoje, me questiono sobre a veracidade desta informação.
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